Educação para a Cultura e para a Criatividade
Sessão
A escola visita o Museu Nacional da Imprensa
08 Fevereiro 2013
Entidade
Promotora
Associação Porto Digital
Parceiro(s)
Museu Nacional da Imprensa
Orientação
Vânia Meleiro
Depois de, nas sessões anteriores, falarmos sobre as características da imprensa e da redação noticiosa para os jornais, chegou o momento de conhecermos a sua História.

Disfarces, cor, confetis e sorrisos... Foi em clima de festa proporcionado pelo Carnaval que chegámos ao Museu Nacional da Imprensa. E, curiosamente, entre nós estava um príncipe que parecia o Gutenberg!

E quem foi o Gutenberg? Um tipógrafo alemão do século XV responsável pela invenção da Imprensa.

Ao entrarmos no Museu Nacional da Imprensa, entrámos no mundo de Gutenberg, dos impressores e dos tipógrafos. Preparados para uma grande viagem pela História da Imprensa? Mas não vamos sozinhos, a Márcia e a Vânia do Museu Nacional da Imprensa e o Álvaro, tipógrafo que trabalhou cerca de 20 anos no jornal "O Comércio do Porto", serão os nossos guias!

Este é um Museu cheio de História e de memórias... Memórias vivas da imprensa. Na sala Rodrigo Álvares - o primeiro impressor português - encontramos uma série de máquinas do passado, mas vivas, prontas a ser experimentadas e manuseadas pelos visitantes. A história destas máquinas faz-se de palavras, de conhecimento e das pessoas que nelas trabalhavam para difundir essas palavras e esse conhecimento.

Depois de ficarmos a saber que a invenção da Imprensa consistiu na invenção de umas pequenas peças semelhantes a carimbos - os tipos móveis -, o Álvaro mostrou-nos como é que os textos eram feitos. Ou melhor, compostos manualmente: letra a letra, palavra a palavra, frase a frase! Até compôs os nossos nomes!

Ahhh... Disseram que os equipamentos estavam prontos a imprimir? Foi isso mesmo que fizemos! Papel, rolos, tinta, gravuras... Arregaçámos as mangas e, muito empenhados, fizemos impressões manuais em três máquinas diferentes - um Prelo de Provas com Rolo, d' "O Primeiro de Janeiro", de 1930, um Prelo Manual Albion Press, d' "O Comércio do Porto", de 1857, e uma Minerva de Impressão Manual Golding do século XIX. Que privilégio! Imprimimos uma e outra vez… Até fizemos um jornal com as nossas impressões para as levarmos para casa e darmos aos nossos familiares. Ficámos rendidos aos encantos da impressão nestas valiosas máquinas, tão diferentes das impressoras que temos em casa.

Antes de irmos embora, a Vânia fez-nos uma surpresa. Levou-nos à sala mágica do museu! Uma sala onde só as pessoas corajosas podem entrar. Que sala será esta? Podem descobri-la visitando o museu, mas se não aguentarem a curiosidade vejam na galeria de fotografias!

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